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O pão na culinária árabe (parte 1)

O pão. Só de ler essa pequena palavra conseguimos evocar o enorme sabor que ele tem. O aroma delicioso que ele tem e os vários tipos de pães que existem. Conseguimos imaginar tudo isso, sentir tudo isso, porque nós sempre comemos pão, seja na hora do café da manhã ou no café da tarde.

Esse alimento está totalmente inserido nas nossas vidas, quase como um relacionamento. E vocês sabiam que o famoso pão também está inserido na culinária árabe? Sim. As vezes temos enraizado que ele só existe aqui, de tanto que consumimos, mas a Faruk Doces Árabes vai explicar esse mês a relação do pão na culinária árabe.

A farinha é usada muito cedo na culinária árabe e devido a isso foram surgindo vários tipos de massa. O pão, desde a época mesopotâmica até os dias de hoje, é consumido em larga escala pelos países árabes, e era o único sustento dos povos pobres.

Seu uso se dava tanto na alimentação quanto como substituto de talher. As panificações são conhecidas desses povos desde o milênio III a.C. Há relatos em catálogos que disponibilizam mais de 300 tipos de pães em que eram usados diversos tipos de farinha. As misturas para massas eram preparadas com mel, leite, azeite, cevada e especiarias aromatizadas.

O pão sírio, conhecido também como pão pita, é o mais popular, sendo a base de muitos pratos e refeições da culinária árabe. Os recheios variam de queijos, ovos ou até mesmo espinafre.

A origem da sua receita se deu na antiguidade, na região do Mediterrâneo. A característica que marca esse tipo de pão está nas suas camadas que se separam dentro dele, o que o torna ideal para ser recheado com saladas e pastas. Para ficar com esse aspecto, o pão é assado em cerca de 400 graus, ou seja, em altas temperaturas.

A chegada do pão sírio ao Brasil se deu por meio da imigração sírio-libanesa, e a partir década de 1950 a culinária começou a tomar forte espaço em São Paulo. As comidas típicas que eram acompanhadas por esse pão tomaram o gosto dos moradores e se tornaram tradicionais.

No Antigo Egito os povos tinham o costume de plantar o trigo e a cevada, pois eram muito importantes na economia e até mesmo mediam o nível de riqueza de uma família ou região.

Contudo, o trigo não era usado somente na fabricação de pães, mas também era uma forma de pagamento e investimento para momentos de crise. Nesse período era muito comum utilizar uma espécie de trigo antigo chamada de Emmer, que com o passar do tempo ganhou alto valor, por ser rico em fibras e pobre em glúten. Tanto os ricos quantos os pobres se alimentavam desse trigo que era considerado sagrado.

Com isso, a colheita era feita em forma de celebração e o Rio Nilo era usado para irrigar o trigo. Os egípcios adicionavam fermento selvagem na massa feita de trigo, cevada ou Emmer para auxiliar no crescimento e a assavam.

Para isso, usavam grandes e redondas placas para cozimento e os fornos construídos de lama vermelha retirada do Rio Nilo eram usados em altas temperaturas. O pão é considerado um item essencial e que não pode faltar na mesa diariamente.

Consumido no café da manhã e jantar é também a forma de medir o humor, já que para agradar qualquer pessoa da região é só oferecer um pedaço de pão Aish Baladi com cebola, queijo e rúcula e uma xícara de chá. Aish significa vida, e por aí percebemos a importância desse alimento na culinária árabe e na dieta desses povos. Dessa forma, o pão é um símbolo de amor, amizade, lealdade, família e relações duradouras.

Mas o que é o pão Aish Baladi? Existe algum outro tipo de pão? Essas e outras curiosidades sobre o pão na culinária árabe vocês vão descobrir no mês que vêm.

Gostaram de saber um pouco mais? Fiquem atentos aqui no blog porque mês que vêm voltamos com mais curiosidades!

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